quinta-feira, 28 de junho de 2012

Kawaii Kei

Oooi, lolis! 

Não vou mais me desculpar pelo sumiço, porque de fato não sumo porque quero. Gostaria de poder postar aqui muito muito e muuuito mais! 


Estou aqui para falar (atrasada) do Kawaii Kei, uma iniciativa dao nossao Sweet Loli Company Sweet Team (aka Kakao, Kitty e Sally). Pelo que entendi, a ideia inicial foi da Kakao, mas é um projeto que as três estão levando juntas e do qual qualquer uma de nós pode participar!


O que é?

O Kawaii Kei é um projeto com o objetivo de divulgar a moda urbana japonesa aqui no Brasil. No entanto, tem um diferencial: apenas o lado "meigo" dessa moda urbana. Portanto:

♠ Lolita Kei (com foco especial na subdivisão sweet)

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♣ Fairy Kei

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♥ Gyaru Kei

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Peço encarecidamente desculpas às gyarus
pela foto colocada... Procurei mas não achei
nada muito win T_T

♦ Cute Kei ~ Otome Kei

missvermilion:

Me at Snt. Marks,NY.


E outros estilos "meigos" entram na conta!

A ideia é divulgar tanto a moda em si quanto compartilhar tutoriais de maquiagens, penteados, ou até passando locais para compras!

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Pelo pouquíssimo que manjo do assunto, essa roupa
pode ser classificada como gyaru, dependendo do penteado
e maquiagem usada pela cidadã que está vestindo-a

Independente da classificação, a intenção é mais que isso (eu acho): é, além de tentar tornar mais próximo da nossa realidade essa forma fofinha de se vestir, tentar divulgar essa forma "diferente" de roupa. Afinal, não se pode fingir que somos super-encorajadas a sair usando roupas meigas na rua, não é?

Aqui vão links explicando melhor o projeto (afinal, apesar dos meus esforços, a Kakao explicou tudo bem melhor que eu e ainda colocou um vídeo inicial!)

 Postagem da Kakao
 Postagem da Kitty
 Postagem da Sally
 Blog do Kawaii Kei
 Canal no Youtube do Kawaii Kei

Acabou que eu demorei tanto, mas tanto, para postar sobre o Kawaii Kei que agora elas já estão até na divulgação do concurso Ribbon Fashion Contest, sobre o qual falarei melhor abaixo:


À grosso modo, é um concurso de beleza que escolherá o melhor visual lolita do Brasil. O concurso começa no Anime Friends e terminará com Ressaca Friends, com etapas de concurso, desclassificação, uma única vencedora, prêmio invejável (parece que será alguma peça sweet de uma Burando) e o maravilhoso Kaya como um dos juízes do concurso!

É... Isso enche até aos meus olhos! XD

Mas devo salientar que toda essa pompa não passa de meras formas de tentar fazer com que nós, lolitas, participemos!

O foco do concurso em si é simples e único: divulgar a moda lolita.

Pretendo participar e me inscrever logo logo loguinho! As inscrições encerram dia 30/06...


As imagens usadas nesta postagens foram tiradas de tantos cantos diferentes que me perdi, exceto pelas fotos pessoais do Sweet Team. Se qualquer uma das meninas se incomodar com as fotos aqui, bem como pelo logo do Concurso, é só reclamar que eu tiro ^^

Qualquer garota que tiver fotos mais legais de qualquer um dos estilos aqui caracterizados, favor avisar que eu substituo :3

Ah, também queria aproveitar e agradecer muitíssimo-íssimo-íssimo pelas 66 seguidoras! Fico muito feliz em ver que estou sendo bem acolhida pela cena lolita e tal, mesmo ainda não tendo fotos usando a moda lolita ^^

Abraços kawaiis!

sábado, 16 de junho de 2012

Blog: Através do Espelho

Oooi, lolis!

Sei que ando espaçando demais as postagens... Espero corrigir isso logo, com as férias (#todoscomemora) \o/

Queria mesmo conseguir escrever mais aqui, de verdade.

Hoje só queria noticiar um capricho meu ^^ (mais um?)

Comprei uma câmera digital! Isso me fará, com certeza, conseguir fazer reviews melhores aqui!


Com a câmera, darei um "level up" em muitas coisas e planos ^^ Não falarei de nenhum projeto agora, apenas de algo palpável.

Não me lembro se falei a respeito, mas estou com um segundo (ou terceiro, que seja) blog, que tenho usado como diário pessoal. Estava ficando extremamente zoneado usar só o Suit Kingdom, pois tudo eu colocava nele. E, como a Tiemi-chan me apontou uma vez, o Suit Kingdom é mais informativo e teórico do que prático. Dessa forma, decidi fazer um blog apenas pessoal.

Clique na imagem para ir para o blog :3

Não terá grande coisa, apenas o meu dia-a-dia ^^" Qualquer receita que eu inventar e tal continuará a ter receita colocada aqui, assim como reviews e tudo o mais. Mas, por exemplo, compras mais simples e para as quais não é preciso ter review não serão mais noticiadas aqui.

Sei que é uma notícia idiota e boba, mas enfim :'D

Abraços gostosos de rosas, cravos e margaridas 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Filme: Confidencial

Oooi, lolis!!! 

Mais uma vez, não falarei nem de lolita e nem de vegetarianismo. Mas preciso - repito, preciso - falar de um filme LINDO que vi hoje! Se nunca viram, arranjem uma forma de ver!

Tentarei dar minha opinião sem adiantar nenhuma surpresa da história, mas enfim.



Informações Técnicas
Título no Brasil:  Confidencial
Título Original:  Infamous
País de Origem:  EUA
Gênero:  Drama
Tempo de Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento:  2006
Estréia no Brasil: 01/06/2007
Site Oficial:  http://wip.warnerbros.com/infamous/
Estúdio/Distrib.:  Pandora Filmes
Direção:  Douglas McGrath

Sinopse


Baseado nos fatos reais sobre o brutal assassinato de uma família no Texas. Confidencial reúne um elenco estelar de uma magnitude rearamente vista num mesmo filme: Toby Jones, Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Daniel Craig, Jeff Daniels, Isabella Rossellini e Sigourney Weaver, entre outros, aparecem nesta história sobre como as vidas dos envolvidos mudaram radicalmente após a tragédia.


Em primeiro lugar, queria registrar minha revolta com uma sinopse tão sem-graça e superficial para um filme tão tocante. Em segundo, queria salientar que acho que esse filme foi a melhor atuação da atriz Sandra Bullock, tão conhecida na comédia, mas que neste drama arrasou. Vamos à sinopse feita por mim.

Trumam Capote (Toby Jones) é um homenzinho homossexual que vive na alta sociedade e que (me parece) não travar nenhuma relação realmente profunda. Todas as relações que ele faz me parecem muito superficiais, exceto o relacionamento com o namorado e com a amiga Nelle (Sandra Bullock), que é uma amiga de infância. Tanto ela quanto Trumam são escritores.

Há o assassinato brutal no Texas de uma família de um fazendeiro. Foram mortos o pai, mãe, irmão mais velho e a menina caçula. Truman vai para lá afim de escrever um artigo que pretende abordar os fatos, mas também com alguma emoção. Após um tempo, se chega aos assassinos: dois homens.E então pensamos que o filme acaba, mas não.

Dick e Perry são dois homens que entraram na casa por um motivo que não sabemos qual é. O que importa é que mataram a família toda, brutalmente. Em troca de dinheiro, Truman consegue entrevistar um dos rapazes, mas o outro se recusa a colaborar. O que surpreende a todos - Truman e nós - é que aquele assassino tem uma mistura muito interessante de brutalidade e delicadeza.


Espero ter conseguido passar uma coisa interessante com esse pequeno resumo. Queria salientar que, mesmo tendo contado tanto, não falei demais. Não mesmo.

Reitero que é um filme extremamente tocante e que vale a pena ver e ter.

Abraços emocionados e tocantes

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Artigo: A postura contestadora do Rock 'n' Roll na atuação jurídica

Oláá, lolis! 

Novamente, peço desculpas pelo sumiço. Voltei aqui, por incrível que pareça, para falar de um assunto que em nada se relaciona com moda lolita ou com vegetarianismo. Mas, como boa fã de rock'n'roll, não pude deixar de babar pelo texto escrito pelo Mauro Ellovitch - promotor de Justiça de Minas Gerais e coordenador regional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente da Bacia do Alto São Francisco -, um homem do qual eu nunca tinha ouvido falar. Um contato meu me mandou um e-mail com o artigo que ele escreveu. É longo, mas acho que vale a pena ler.


A postura contestadora do Rock 'n' Roll na atuação jurídica

Ouvindo “And Justice for All” do Metallica enquanto lia uma reportagem sobre a prescrição de um processo contra um conhecido deputado, comecei a pensar no quanto o inconformismo e a vontade de mudança, tão presentes no Rock n´ Roll, fazem falta a alguns operadores do Direito. Com todo o respeito aos demais gêneros musicais, nenhum outro aborda questões sociais de maneira tão crítica e superadora de paradigmas quanto o rock.

Não me levem a mal: quando digo que os juristas deveriam incorporar em sua atuação o “espírito do rock”, não me refiro ao comportamento hedonista e, por vezes, autodestrutivo dos músicos.

Ninguém está sugerindo que um Juiz de Direito deva destruir uma sala de audiências como um roqueiro faz com um quarto de hotel. Refiro-me aos valores e pensamentos contestadores que são a essência do verdadeiro rock.

Desde os primeiros acordes de Elvis Presley, o rock foi visto como algo “diferente” e ofensivo ao status quo. O mesmo pode ser dito em relação aos Beatles e aos Rolling Stones com a representação das idéias e aspirações dos jovens do “pós guerra”; a Bob Dylan com sua poesia cantada e sua música de protesto; a John Lennon com sua defesa intransigente e criativa da paz; ao Festival de Woodstock; à mudança comportamental representada pelo Led Zeppelin e pelo The Who; bem como aos vários gêneros do Heavy Metal e sua expressão da frustração com a pobreza, as guerras e a inaptidão para adequar-se a padrões impostos. Todas estas encarnações do rock contribuíram (e contribuem) para profundas mudanças comunitárias, algumas vezes de forma mais rápida, outras de maneira lenta e gradual.

Quanto ao Direito, a evolução histórica foi bem diferente. Inicialmente pensado como um meio de controle e regulamentação da vida em sociedade, o sistema legal já desempenhou os mais diversos e contraditórios papéis. O Direito já serviu para evitar a imposição unilateral da força nas sociedades primitivas; foi instrumento revolucionário para limitar os poderes dos reis absolutistas; garantiu o reconhecimento de ideais libertários iluministas através da Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão; permitiu o acesso de todos à participação política; serviu para punir aqueles que cometeram crimes contra a humanidade. Porém, o Direito também foi utilizado para institucionalizar a violência, para legitimar sistemas fascistas e totalitários, para proibir a livre expressão do pensamento e, sobretudo, para assegurar interesses de quem controla o poder político e econômico.

No Brasil atual, a Constituição Federal de 1988 é o coração de nosso ordenamento jurídico. E é uma ótima Lei Fundamental, pelo menos em tese. Nossa Constituição estabelece uma ampla gama de garantias à liberdade individual, à busca da Justiça social e à realização dos direitos da coletividade.

Fica até difícil acreditarmos nisso em meio aos escândalos de corrupção, às crescentes desigualdades sociais, à ineficácia dos sistemas de saúde e educacional e à sensação generalizada de insegurança e impunidade. E é aí que volto ao ponto principal deste artigo: somente com uma visão do direito como instrumento de contestação e de transformação social poderemos, finalmente, efetivar todo o potencial de nossa Constituição Federal.

O operador do Direito (seja Juiz, Promotor de Justiça, Advogado ou Delegado) não pode concordar em ser apenas mais um burocrata. Não pode aceitar que “as coisas são assim mesmo” ou buscar as saídas mais fáceis para encerrar um processo. Não deve apegar-se às formalidades acima do conteúdo social. A indiferença e o desinteresse não podem ser opções. Deve lutar, questionar e opor-se às injustiças, mesmo que seja criticado por quem deseja a perpetuação do quadro atual. Deve, enfim, adotar uma postura mais “rock n’roll” em sua atuação.

Muitos juristas produzem peças jurídicas similares a uma ópera: algo muito belo e rebuscado, formalmente perfeito, que agrada a quem tem maior poder aquisitivo, mas inacessível à maior parte da população. Outras decisões judiciais assemelham-se a algumas canções sertanejas: popularescas, superficiais e lamuriosas diante das dificuldades.

Seria, socialmente, muito mais interessante se as sentenças fossem tão diretas e impactantes quanto uma música do Rage Against The Machine. Um Direito com a essência do rock buscaria amparar as minorias e os economicamente excluídos (“Chimes of Freedom” de Bob Dylan), rechaçar a alienação (“Smells Like Teen Spirit” do Nirvana), acompanhar mudanças de comportamento ao invés de resistir a elas (“My Generation” do The Who), opor-se à insensatez das guerras (“War Pigs” do Black Sabath), deixar de privilegiar os interesses dos setores economicamente mais fortes para atender aos verdadeiros anseios da população (“American Dream Denial” do System of a Down), proteger o meio ambiente contra a exploração predatória (“Blackened” do Metallica), defender princípios (“Pride” do U2). A letra do Motörhead “Just cos’ you got the Power, That don’t mean you got the right” (“Só porque você tem o poder, não significa que você tem o Direito”) deveria ser o mantra de Juízes e Promotores de Justiça em processos contra políticos corruptos e criminosos de elevado poder aquisitivo. Estes juristas teriam a coragem de buscar um tipo de revolução pacífica (“Revolution” dos Beatles), mesmo diante de eventual resistência, ao invés de contentarem-se com uma retórica elaborada e estéril.

Tenho ciência de que minhas palavras podem soar ingênuas ou “fruto da juventude”, como os apáticos e conformistas rotulam aqueles que ousam pensar de forma diferente. Contudo, a exemplo dos Rolling Stones, pretendo continuar dizendo “I can’t get no satisfaction” (“não consigo obter satisfação”) aos 68 anos de idade. È muito melhor do que a aceitação passiva das injustiças perpetradas pela não aplicação dos princípios constitucionais. Por fim, faço coro a John Lennon: “Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas não sou o único. Espero que, um dia, você se junte a nós e o mundo será um só” (“Imagine” – 1971).


Gostei extremamente do texto. Como finalmente estou me organizando, queria começar voltando ao princípio do meu blog: escrevendo sobre qualquer coisa que me interessar, sem pensar muito.

Espero que tenham sentido minha falta (XDDD) e estejam felizes com o meu retorno! Farei de tudo para continuar presente! Na próxima vez pretendo escrever algo de meu próprio punho...

Abraços maravilhosos de rosas coloridas!

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